Algo me consome o resto de vida que ainda pulsa o sangue em minhas veias e que ainda faz meu coração bater;
Algo com sede insaciável; Invisível, mas que com seu poder supera minhas forças.
Resisti-lo é quase impossível...
Já não posso agir, sou apenas um instrumento de uso, um complicado ser parasitado por algo que não sei o que é. Algo que responde por mim; que controla minhas sensações, minhas emoções...
Será que é você que traz isso a mim?
Será você o responsável por tão grande mudança na minha vida?
Ter identidade e ser chamado por um nome, já não me faz existir, apenas me encontro mais confuso, afogando-me em desilusões, pois já não me encontro em mim mesmo, já não sou mais eu...
Nas 24 horas de um dia passageiro, quase sem sentido por sua ausência, 23 passo pensando em ti, e 1 reservo para me procurar navegando sem rumo num imenso mar.
Talvez sintas o que sinto... Penses o que penso... Tenho dó de ti, pois não desejo a ninguém o que venho sentindo.
Vontade de comer já me falta, nem nela acho forças para sobreviver.
Nesse momento o medo toma conta do meu ser.
De uma forma indiscutível e inexplicável, esse algo que me aflige e me alegra, que me mata e me faz viver, se apodera de mim.
Mas pra quer ter medo, se tu mudasses o ciclo da minha história e ainda me fazes feliz?
(...)
Algo que é indescritível, mas que em mim já faz moradia.
Espero que me compreendas e que impeças esse algo habitar em ti. Espero também que não seja tarde o aviso, pois se tarde for, teremos que travar uma luta entre a corpo e o espírito, para que tudo termine bem. Pois dantes nos entregaríamos um ao outro e daríamos sentido as nossas vidas, para que não morramos sem ao menos conhecer o “algo”.
Clewerton Lima
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quarta-feira, 29 de outubro de 2008
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